Tratamento para quelóides com galvanopuntura com 10 sessões
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Quelóide
São lesões fibroelásticas, salientes, rosadas, avermelhadas ou escuras e às vezes brilhantes. Podem ocorrer na cicatrização de qualquer lesão da pele. Geralmente crescem, e apesar de inofensivas, não contagiosas e indolores, podem ...se tornar um problema estético importante.
Queloides são formadas dentro dos tecidos. O colágeno, que é usado no tratamento de feridas, tende a deixar a área da cicatriz muito maior, muitas vezes produzindo uma protuberância maior do que a cicatriz original.
Embora comumente estejam em locais de lesão prévia, acidental ou cirúrgica, os quelóides podem ocorrer sem que tenha havido uma lesão aparente - no local de um piercing, por exemplo, nas orelhas ou no tronco. Também podem ocorrer em lesões de pele provocadas por doenças, como varicela (catapora) ou acne, assim como em lesões repetitivas (provocadas por roupas, por exemplo) abrasões e infecções.
Queloides são difíceis de tratar e, quando excisados (retirados cirurgicamente), tendem a recorrer. Ocorrem igualmente em ambos os sexos, embora seja relatada a maior incidência (quase o dobro, isto é, 1,8 para 1) entre jovens do sexo feminino.
5% a 16% das populações de risco (indivíduos afrodescendentes, asiáticos e hispânicos) têm maior propensão a formar queloides do que os de outras etnias.
A cicatriz hipertrófica é diferente do queloide, embora ambos sejam desordens fibroproliferativas. Cicatrização hipertrófica é um desordenamento das fibras de colágeno; queloide é uma produção exagerada de fibras de colágeno. Porém, histologicamente não se pode diferenciar cicatriz hipertrófica de quelóide, nem ao microscópio ótico nem ao eletrônico. Tanto as cicatrizes hipertróficas quanto os quelóides são compostos de tecido fibroso denso. No entanto, uma cicatriz hipertrófica é limitada à área do trauma e muitas vezes regride com o tempo; já o quelóide pode não regredir em seis meses a dois anos, e alastrar-se além da área da lesão, estando freqüentemente associado a prurido e dor. Parece existir um componente genético e hereditário na propensão ao desenvolvimento de quelóides.
Dentre as técnicas para tratamento, são referidas a remoção cirúrgica, radioterapia, crioterapia, gel de silicone, injeção intralesional de agentes diversos ou injeção de corticóides e laserterapia. A malha de compressão, em casos de queimaduras, também ajuda a não formar a cicatriz hipertrófica e o queloide. As infiltrações de corticóides diminuem o tamanho das cicatrizes, fazendo que pareçam menos eritematosas. A ressecção cirúrgica pode ser feita com técnicas, como a incisão e sutura simples, ou com técnicas mais sofisticadas como a zetaplastia. Para retirar a cicatriz deve avaliar-se o tamanho, a forma e a localização, além dos riscos de infecção e de tensão exagerada. Quando se trata de quelóides, é possível ressecá-las, sem retirar as bordas, e em seguida infiltrá-las. Muitas vezes, a retirada da cicatriz é associada à colocação oclusiva de silicone e também à infiltração de corticóide.
Os tratamentos realizados pelo esteticista também podem trazer efeitos satisfatórios, pode-se realizar dermoabrasão das lesões, principalmente daquelas não muito altas. A aplicação de raios laser de baixa potência (na faixa de 560-660 nm) pode diminuir o tamanho da cicatriz e, principalmente, clarear a sua cor.
São lesões fibroelásticas, salientes, rosadas, avermelhadas ou escuras e às vezes brilhantes. Podem ocorrer na cicatrização de qualquer lesão da pele. Geralmente crescem, e apesar de inofensivas, não contagiosas e indolores, podem ...se tornar um problema estético importante.
Queloides são formadas dentro dos tecidos. O colágeno, que é usado no tratamento de feridas, tende a deixar a área da cicatriz muito maior, muitas vezes produzindo uma protuberância maior do que a cicatriz original.
Embora comumente estejam em locais de lesão prévia, acidental ou cirúrgica, os quelóides podem ocorrer sem que tenha havido uma lesão aparente - no local de um piercing, por exemplo, nas orelhas ou no tronco. Também podem ocorrer em lesões de pele provocadas por doenças, como varicela (catapora) ou acne, assim como em lesões repetitivas (provocadas por roupas, por exemplo) abrasões e infecções.
Queloides são difíceis de tratar e, quando excisados (retirados cirurgicamente), tendem a recorrer. Ocorrem igualmente em ambos os sexos, embora seja relatada a maior incidência (quase o dobro, isto é, 1,8 para 1) entre jovens do sexo feminino.
5% a 16% das populações de risco (indivíduos afrodescendentes, asiáticos e hispânicos) têm maior propensão a formar queloides do que os de outras etnias.
A cicatriz hipertrófica é diferente do queloide, embora ambos sejam desordens fibroproliferativas. Cicatrização hipertrófica é um desordenamento das fibras de colágeno; queloide é uma produção exagerada de fibras de colágeno. Porém, histologicamente não se pode diferenciar cicatriz hipertrófica de quelóide, nem ao microscópio ótico nem ao eletrônico. Tanto as cicatrizes hipertróficas quanto os quelóides são compostos de tecido fibroso denso. No entanto, uma cicatriz hipertrófica é limitada à área do trauma e muitas vezes regride com o tempo; já o quelóide pode não regredir em seis meses a dois anos, e alastrar-se além da área da lesão, estando freqüentemente associado a prurido e dor. Parece existir um componente genético e hereditário na propensão ao desenvolvimento de quelóides.
Dentre as técnicas para tratamento, são referidas a remoção cirúrgica, radioterapia, crioterapia, gel de silicone, injeção intralesional de agentes diversos ou injeção de corticóides e laserterapia. A malha de compressão, em casos de queimaduras, também ajuda a não formar a cicatriz hipertrófica e o queloide. As infiltrações de corticóides diminuem o tamanho das cicatrizes, fazendo que pareçam menos eritematosas. A ressecção cirúrgica pode ser feita com técnicas, como a incisão e sutura simples, ou com técnicas mais sofisticadas como a zetaplastia. Para retirar a cicatriz deve avaliar-se o tamanho, a forma e a localização, além dos riscos de infecção e de tensão exagerada. Quando se trata de quelóides, é possível ressecá-las, sem retirar as bordas, e em seguida infiltrá-las. Muitas vezes, a retirada da cicatriz é associada à colocação oclusiva de silicone e também à infiltração de corticóide.
Os tratamentos realizados pelo esteticista também podem trazer efeitos satisfatórios, pode-se realizar dermoabrasão das lesões, principalmente daquelas não muito altas. A aplicação de raios laser de baixa potência (na faixa de 560-660 nm) pode diminuir o tamanho da cicatriz e, principalmente, clarear a sua cor.
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